terça-feira, 27 de novembro de 2018

Ararinhas-azuis ganham unidades de conservação (Painel do Coronel Paim)

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Odilon assume liderança na reta final

Com 52,5% Odilon assume liderança na reta final, diz pesquisa IPEXX Brasil




O candidato ao governo do Estado, juiz Odilon de Oliveira, já aparece na frente do oponente, Reinaldo Azambuja (PSDB), nesta reta final e agora está em primeiro, de acordo com pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 22, feita pelo Instituto de Pesquisa Ipexx Brasil.

A pesquisa mostra Odilon com 52,52% dos votos válidos, contra 47,48% do concorrente. Nas duas análises anteriores deste segundo turno o pedetista se mostrava em segundo, mas empatado no limite da margem de erro.

A pesquisa foi feita nos 12 maiores colégios eleitorais: Campo Grande, Dourados, Três Lagoas, Corumbá, Ponta Porã, Naviraí, Nova Andradina, Aquidauana, Sidrolândia, Paranaíba, Maracaju e Coxim.

Para Odilon, as últimas pesquisas estão mais perto da realidades das ruas. “Não temos rejeição e cada dia mais as pessoas estão aderindo ao nosso projeto. No corpo a corpo sentimos isso diariamente. Nessa última semana vamos intensificar a campanha e levar nossas propostas à população, que já se decidiu pela mudança de verdade. Agora é a hora da virada”, declarou, acrescentando que os apoiadores voluntários devem continuar firmes no trabalho formiguinha de conversar com as pessoas em todo o Estado.

O nível de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máximo estimado considerando um modelo de amostragem aleatório simples, é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 1.040 eleitores, entre os dias 17 e 21 de outubro. A pesquisa foi registrada no TRE-MS sob o número 05585/2018.

Rejeição

O levantamento mostra que a Rejeição de Reinaldo continua maior. D e acordo com a amostragem, 35,10% dos entrevistados disseram que não votariam no candidato a reeleição de jeito nenhum, contra 25% de Odilon.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Menos ameaçado entre os grandes felinos, leopardos já perderam 75% do território

Manaus, AM -- Um dos maiores e mais conhecidos felinos do mundo, o Leopardo, perdeu 75% de seu território original. Se antes, podiam ser encontrados em uma imensa área de 35 milhões de quilômetros quadrados, que se estendiam desde a África até o Sudeste Asiático, hoje ocupam um território fragmentado e muito menor, com 8,5 milhões de quilômetros quadrados.
Os dados são resultado de um estudo que durou três anos, realizado por uma rede de instituições como o National Geographics Society, a União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, em inglês) e a organização Panthera, e publicado na edição de 4 de maio da revista científica Peer J. É o primeiro estudo a analisar o status do território de todas as subespécies conhecidas do animal.
Os pesquisadores confirmam a suspeita de que, embora não estejam em situação tão ruim quanto outros grandes felinos, os leopardos enfrentam uma diversidade de ameaças crescentes. Três subespécies já estão quase erradicadas.  “Nossos resultados desafiam a suposição convencional em muitas áreas de que os leopardos permanecem relativamente abundantes e não seriamente ameaçados”, afirma Andrew Jacobson, líder do estudo.
Os pesquisadores descobriram também que, enquanto os leopardos enfrentam ameaças consideráveis particularmente no Norte e Oeste da África, eles praticamente desaparecerem em muitas regiões da Ásia, incluindo boa parte da Península Arábica e uma vasta área na China e Sudeste Asiático.  O habitat do leopardo nestas áreas já caiu 98% e continua a diminuir.
Para chegar a estes resultados, os pesquisadores analisaram mais de 1.300 fontes sobre leopardos e a área de ocorrência do felino. “Começamos reconstruindo a mais detalhada história do leopardo até agora”, conta Peter Gerngroos, um dos autores do estudo. “Isto nos permitiu comparar o conhecimento detalhado sobre a distribuição atual e onde o leopardo costumava estar e, assim, fazer estimativas mais precisas sobre a perda de área.”
Phillipp Henschel, co-autor do artigo, diz que o status do leopardo no Sudeste Asiático é tão crítica quanto a do tigre, ambos altamente ameaçados. “Um ponto cego grave existia na conservação do leopardo. A comunidade internacional de conservação deve dobrar o apoio as iniciativas de proteção à espécie. Nossos próximos passos irão determinar o destino do leopardo.”
Leopardos são capazes de sobreviver em áreas dominadas pelos seres humanos, desde que contem com cobertura vegetal suficiente, acesso a presas e tolerância da população local. Mas em muitas áreas, o habitat é convertido em terras agrícolas e os animais herbívoros, que servem de alimento aos leopardos, substituídos por gado. A perda de habitat, aliada ao declínio das presas, conflitos com fazendeiros, além da caça ilegal para o comércio de peles ou outros fins, são fatores que contribuem para a redução das populações do animal.
Mas algumas áreas do mundo inspiram esperança, segundo os autores do artigo. Mesmo com redução registrada em regiões como o Cáucaso e o extremo oriente da Rússia e Nordeste da China, as populações de leopardo nestas áreas parecem ter se estabilizado e podem até estar se recuperando, graças a investimentos em conservação, como a criação de áreas protegidas e aumento das medidas contra a caça.
“Leopardos têm uma dieta ampla e são extremamente adaptáveis”, destaca Joseph Lemeris JR, da Iniciativa Grandes Felinos e da National Geographic Society. “Às vezes, a eliminação de perseguição ativa por governos e comunidades locais é suficiente para alavancar a recuperação do leopardo. No entanto, com muitas populações que vão além das fronteiras internacionais, a cooperação política é fundamental”, defende o pesquisador.
Saiba Mais

OECO
Postado por: Ygor I. Mendes

Globo Rural.
Assista ao vídeo através deste link: https://globoplay.globo.com/v/5009587/ 

Postado por: Ygor I. Mendes

domingo, 28 de junho de 2015


Estudo afirma que há apenas dois tipos de tigres no mundoL, em São Paulo



  • Tiziana Fabi/AFP
    Apenas seis especies de tigres ainda podem ser encontradas na natureza: o siberiano, o de-bengala, o do-sul-da- China, o de-Sumatra, o indochinês e o malaio Apenas seis especies de tigres ainda podem ser encontradas na natureza: o siberiano, o de-bengala, o do-sul-da- China, o de-Sumatra, o indochinês e o malaio
Um novo estudo divulgado nesta sexta-feira (26) sugere que existem apenas duas subespécies de tigres: os de Sonda e os continentais. Até então, os cientistas acreditavam que existiam nove subespécies de tigres: o siberiano, o de-bengala, o do-sul-da- China, o de-Sumatra, o indochinês, o malaio, além do de-Bali, do de-cáspio e de-Java, esses três últimos já considerados extintos. A descoberta gerou controvérsia entre os pesquisadores, alguns acreditam que ela pode, inclusive, ter impactos positivos e negativos sobre a conservação desses animais. Estima-se que haja apenas 4.000 tigres que vivem na natureza.
Para chegar a essa conclusão, os cientistas do Instituto de Pesquisa de Vida Selvagem e Zoológico de Berlim, na Alemanha, investigaram as diferenças entre as subespécies, comparando o tamanho do crânio, padrão de pele, ecologia e a genética. Eles usaram dados de pesquisas anteriores já publicadas e coletaram novas evidências em museus que reúnem espécimes dos animais extintos.
Combinando as informações, eles encontraram poucas evidências para sustentar a existência das nove subespécies. Segundo um dos autores do estudo, Andreas Wilting, em entrevista à revista científica Science, foram encontradas diferenças genéticas entre as subespécies, mas analisando todos os traços em conjunto, é possível distinguir de forma confiável apenas dois subtipos de tigres.
As poucas espécies teriam como causa provável um desastre natural que teria acontecido há 70 mil anos quando o vulcão gigante Toba, em Sumatra, na Indonésia, entrou em erupção e matou a maioria das espécies de tigre que vinham se desenvolvendo há 2 milhões de anos, no sul da Ásia. Provavelmente, apenas uma pequena população sobreviveu e toda a variação vista hoje teria evoluído a partir dela.
Nesse cenário, os tigres de Sonda englobariam os tigres-de-Sumatra e os extintos tigres-de-Java e tigres-de-Bali. Já os tigres continentais reuniriam os demais subtipos já citados.
Para o zoologista da Universidade de Berna, na Suíça, Urs Breitenmoser, que não estava envolvido no estudo, a descoberta certamente causará controvérsias. "Acho o trabalho bastante convincente e em consonância com as outras descobertas recentes", afirmou em entrevista à Science. Já havia um estudo anterior, por exemplo, que sugeriu que o tigre-do-cáspio e o tigre-siberiano eram da mesma espécie.
Se a nova classificação for adotada, especialistas acreditam que será necessário aumentar os esforços para a preservação desses animais. Os tigres indianos, por exemplo, poderiam ser usados para reforçar a população de tigres-do-sul-da-China, a que está mais ameaçada de extinção. Além disso, os milhares de tigres nascidos em zoológicos, com pais de várias espécies, poderiam ser facilmente colocados em programas de reintrodução à natureza. 

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Conheça animais ameaçados de extinção no planeta165 fotos

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O tigre de Amur ou da Sibéria é o maior felino vivo do mundo. Encontrado na Rússia e na China, o 'Panthera tigris altaica' está em perigo de extinção segundo a classificação oficial do IUCN. Na década de 90, ele chegou a ser classificado como criticamente ameaçado, mas a população passou de cerca de 20 a 30 animais para cerca de 360 em 2010. A variabilidade genética é bem pequena já que eles descenderam de poucos tigres e vivem em uma área isolada. Na China, a população de tigres depende da migração de animais da Russia e conta com a introdução de cervos pelo homem para se alimentarem Leia mais Simon Fals/Polfoto/AP

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segunda-feira, 8 de junho de 2015

Orca falsa é usada para espantar leões-marinhos 'indesejados' nos EUA

  • AP
    A orca de fibra de vidro foi levada de carro do Estado de Washington até Astoria, no Oregon A orca de fibra de vidro foi levada de carro do Estado de Washington até Astoria, no Oregon
Autoridades portuárias da cidade de Astoria, no Estado americano de Oregon, encontraram uma solução criativa para retirar centenas de leões-marinhos das docas: assustá-los com uma orca falsa.
A orca - conhecida popularmente como "baleia assassina", apesar de ser parente dos golfinhos, e não das baleias - é um dos predadores do leão-marinho.
Pensando nisso, um animal de quase 10 metros de comprimento feito de fibra de vidro foi levado ao porto de Astoria para espantar os leões-marinhos, já que eles não abandonaram o local quando o clima esquentou, como era esperado.
Autoridades afirmam que os leões-marinhos estão prejudicando milhares de empregos por causa de sua permanência nas docas.
As primeiras tentativas de usar a orca falsa, na quinta-feira, foram mal-sucedidas depois que o motor da orca foi inundado. No entanto, novas tentativas acontecem nesta sexta-feira.
"É um sinal do quanto estamos desesperados para tentar resolver esse problema", disse Jim Knight, diretor-executivo do porto de Astoria.
 
Leões-marinhos permanecem nas docas da cidades mesmo após o fim do inverno
"Simplesmente não temos os recursos financeiros para construir barreiras. Não temos escolha, a não ser buscar soluções criativas e de baixo custo."
Ele diz que ações necessárias porque um número tão grande de leões-marinhos ameaça as operações de pesca comercial e esportiva das quais a cidade depende.
"Há milhares de empregos em risco em nossa comunidade", disse Knight sobre a cidade de cerca de 10 mil pessoas situada perto da desembocadura do rio Columbia.
A orca falsa pertence a uma empresa de observação de baleias no Estado de Washington e foi levada de carro até o porto de Astoria.
Antes de optarem pelo animal falso, as autoridades de Oregon já tinham tentado técnicas como colchões elétricos e bolas de praia coloridas para espantar os leões-marinhos.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Petição busca melhorar tratamento dado a chimpanzés

James Gorman
  • Roland Weihrauch/dpa/AFP
    Filhote de chimpanzé com nove dias de vida agarrado nas costas de sua mãe no zoológico de Gelsenkirchen, na Alemanha Filhote de chimpanzé com nove dias de vida agarrado nas costas de sua mãe no zoológico de Gelsenkirchen, na Alemanha
Defensores dos direitos dos animais alcançaram inúmeras vitórias nos últimos anos em seus esforços para melhorar o tratamento dispensado aos chimpanzés. Agora eles desejam que a agência federal faça mudanças similares nas regras de abrigo e tratamento de macacos.
Os chimpanzés são os parentes mais próximos dos seres humanos e sua necessidade em pesquisas científicas diminui a cada dia. Além disso, o reconhecimento de suas necessidades físicas e sociais tornou-se óbvio, levando à decisão dos Institutos Nacionais de Ciências (NIH, na sigla em inglês) a aposentar em 2013 a maioria dos chimpanzés utilizados em pesquisas científicas. A organização também exigiu que eles fossem abrigados de uma forma que correspondesse a seus grupos sociais e seu comportamento natural.
Essas decisões afetam as vidas de centenas de chimpanzés que pertencem aos NIH, mas ainda existem cerca de 110 mil macacos vivendo nos laboratórios de pesquisa de todo o país. Eles são parentes mais distantes dos seres humanos, mas ainda são primatas altamente sociais, e os grupos de defesa dos animais fazem lobby para que sejam abrigados em grupos sociais e para que os filhotes não sejam retirados de suas mães até que tivessem a idade para se separarem naturalmente.
Theodora Capaldo, diretora da Sociedade Antivivissecção da Nova Inglaterra, afirmou que "se podemos fazer isso pelos chimpanzés, podemos fazer o mesmo por todos os primatas".
O Serviço de Inspeção de Plantas e Animais do Ministério da Agricultura dos EUA anunciou no dia primeiro de maio no Registro Federal que buscava comentários públicos sobre uma petição feita pela sociedade e por outros grupos com o objetivo de obter regras específicas para o cuidado de todos os primatas no que tange a seu bem-estar social e psicológico.
Essa petição foi enviada pela primeira vez há um ano, e o pedido por comentários do público, aberto até o fim de junho, é uma medida importante, já que o departamento não é obrigado a responder a essas petições.
A sociedade antivivisecção se uniu à Aliança de Santuários de Primatas da América do Norte, ao Fundo de Defesa Legal dos Animais e ao Grupo de Defesa dos Primatas de Laboratório na petição.
Em abril deste ano, a Humane Society dos Estados Unidos fez outra petição abordando preocupações bastante similares, mas exigindo diretrizes, ao invés de regras específicas. O governo não respondeu a essa nova petição.
Kathleen Conlee da Humane Society afirmou que ambas as petições buscam soluções similares e visam garantir que o governo aja de acordo com as diretrizes de bem-estar psicológico de primatas existentes na Lei de Bem-Estar Animal.
"O que o congresso determinou ainda não está sendo realizado", afirmou.
Embora todos os grupos envolvidos desejem que os experimentos em primatas cheguem ao fim assim que possível, essas petições não fazem pedidos para mudanças em pesquisas, nem pede para que os atuais experimentos sejam interrompidos. O Ministério da Agricultura não tem poder sobre os métodos de pesquisa; mas pode determinar regras sobre os cuidados básicos dos animais em laboratórios e zoológicos.
Os grupos pedem regras específicas para "ambientes etologicamente apropriados", com base em uma provisão da Lei de Bem-Estar Animal que é vaga demais para que os funcionários do governo possam fiscalizar.
"A lei não tem poder algum", afirmou Theodora, já que o serviço de inspeção exige que os espaços que abrigam os primatas criem seus próprios planos para promover o bem-estar psicológico dos macacos. Sua organização pede para que uma linguagem que estabeleça exigências específicas para os espaços que abrigam diferentes primatas, da mesma forma que são obrigados a seguirem as regras para nutrição e tamanho das jaulas.
A petição da Humane Society exige diretrizes ao invés de regras, mas aborda os mesmos pontos.
April Truitt, diretora do Centro de Resgate de Primatas de Kentucky e membro da diretoria da Aliança de Santuários de Primatas da América do Norte, afirma que os macacos são "frequentemente mantidos em jaulas individuais, o que é uma das coisas mais cruéis que podem ser feitas com um animal que depende profundamente de seu agrupamento social".
Kathleen, da Humane Society, afirmou que o serviço de inspeção federal fez um primeiro projeto em 1999 apresentando regras específicas pra o abrigo e o tratamento de todos os primatas, mas acabou engavetando o projeto.
"Nós adoraríamos que ele fosse adotado", afirmou.
Assim que o período de comentários da atual petição chegar ao fim no dia 30 de junho, o serviço de inspeção animal e vegetal vai considerar se deve ir adiante com a criação da regra.
Lyndsay M. Cole, diretora assistente de relações públicas do serviço, afirmou que não poderia prever quanto tempo isso vai levar, já que o procedimento depende de quantos comentários forem recebidos. Cerca de 900 já foram postados ao site, a maioria em favor da petição, além de muitos contrários a qualquer tipo de pesquisa em primatas.

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